Mensagens inéditas psicografadas por Chico Xavier

Geraldo Lemos Neto dedica-se ao trabalho do livro espírita desde 1984, estimulado pelo médium e amigo Francisco Cândido Xavier. Entre 1984 e 1995, ocasião em que esteve compondo a diretoria da União Espírita Mineira (UEM), sob a presidência de Dona Neném Aluotto, foi fundado o departamento editorial da federativa mineira sob a sua direção e seu objetivo definido era justamente o de trazer a lume mensagens psicografadas por Chico Xavier, ainda inéditas no campo editorial. Assim, na sequência, surgiram as seguintes obras mediúnicas de Chico Xavier: BASTÃO DE ARRIMO, pelo espírito de William Machado de Figueiredo, APELOS CRISTÃOS, pelo espírito de Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, ACEITAÇÃO E VIDA, pelo espírito de Margarida Soares, ROSEIRAL DE LUZ, por espíritos diversos, PÉTALAS DA PRIMAVERA, por espíritos diversos, FULGOR NO ENTARDECER, por espíritos diversos, MIGALHA, pelo espírito de Emmanuel, e as obras biográficas PRESENÇA DE CHICO XAVIER EM ARAXÁ, organizada por Dona Sylvia de Almeida Barsante, e CHICO XAVIER – MANDATO DE AMOR, organizado por Geraldo Lemos Neto, contendo psicografias de Chico, de espíritos diversos. Foram ainda editadas sob a sua coordenação a obra MENSAGEIROS DO BEM, de Martins Peralva, que estuda o livro OS MENSAGEIROS, de Chico Xavier, pelo espírito de André Luiz, e BASES DO ESPIRITISMO, obra de estudo doutrinário, de Jarbas Leone Varanda.

Bastão de arrimo
Apelos cristãos
Aceitação e vida
Roseiral de luz
Pétalas de primavera
Fulgor no entardecer
Migalha
Presença de Chico Xavier em Araxá
Chico Xavier – Mandato de amor
Mensageiros do bem
Bases do Espiritismo

Chamado espiritual

“Estou separando estas mensagens para que Geraldinho as receba e as transforme em livros na Terra!”

Na madrugada entre os dias 16 e 17 de abril de 2003, estando já ausente do trabalho editorial por oito anos, Geraldo Lemos Neto teve singular desdobramento espiritual que lhe alterou sobremaneira o destino. Encontrou-se inicialmente com seu tio-avô Zeca Machado, seu guia espiritual, por informação de Chico Xavier, que o convidou a se encontrar com o espírito liberto de Chico Xavier nas cercanias da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte | MG. Os dois para lá se dirigiram para um comovente reencontro com Chico Xavier e Neném Aluotto, ambos já desencarnados.

Na ocasião, o convite ao trabalho do livro espírita foi novamente feito e, retornando ao corpo físico, Geraldo Lemos Neto guardou todos os detalhes do tríplice encontro, traçando, a partir daí, novos rumos para o porvir. Esse fato foi ainda corroborado pela confirmação de dois outros médiuns, que no mesmo dia sonharam com situações semelhantes em torno da tarefa do livro. Ivanir Severino da Silva, médium e dirigente da Fraternidade Espírita Cristã Francisco de Assis (Fecfas), telefonou no dia seguinte relatando um sonho que tivera. Estava se encaminhando espiritualmente para rever Chico Xavier, quando, a meio caminho, deparou-se com Geraldo Lemos Neto rodeado de Dona Neném Aluotto e de sua avó Carmem Machado dos Santos.

Os três retornavam de um encontro com Chico na Espiritualidade e traziam os braços cheios de livros. Perguntando a Dona Neném que livros seriam aqueles, ela respondeu a Ivanir que eram os livros que seriam publicados na Terra no futuro próximo, a pedido de Chico Xavier. Outra médium, Noêmia Barbosa da Silva, amiga íntima da família, e conhecida carinhosamente por Nona, também lhe telefonou no dia seguinte para lhe relatar seu próprio encontro com Chico Xavier na Espiritualidade. Numa casa ampla, de vastas janelas, Chico estava sentado à mesa revirando papéis de mensagens psicografadas por ele. Ao ver Nona chegar, convidou-a a sentar-se com ele, enquanto separava as mensagens e formava, com elas, vários pacotes. Nona perguntou-lhe o que estava fazendo e Chico respondeu-lhe: “Estou separando estas mensagens para que Geraldinho as receba e as transforme em livros na Terra!”

Reencontro

Logo surgiu o contato de seu colega de diretoria na União Espírita Mineira ao tempo de Dona Neném Aluotto e Martins Peralva, o amigo Antônio Roberto Fontana, que sugeriu a Geraldinho sua aproximação com a Fraternidade Espírita Cristã Francisco de Assis, sob a direção do médium Ivanir Severino da Silva. Num domingo, os três lá se encontraram na presença da secretária Tânia. Ivanir e Geraldinho não se viam há 20 anos, companheiros que haviam sido da Mocidade Espírita O Precursor, da União Espírita Mineira. Foi um encontro de emoção, onde as saudades de Chico Xavier e D. Neném Aluotto foram a tônica. O encontro se deu justamente no setor da Fecfas onde está instalado o Memorial Chico Xavier. Ali foram lançadas as bases da fundação da nova editora, que surgiria como um novo departamento da instituição.

Definição do nome

Mais alguns dias se passaram até que surgisse a inspiração do nome da nova editora: em homenagem a um dos livros da célebre coleção do espírito de Emmanuel, pela abençoada psicografia de Chico Xavier, e que comentam o Evangelho de Jesus à luz da Doutrina Espírita, integrante da série CAMINHO, VERDADE E VIDA, editada pela Federação Espírita Brasileira (FEB), o departamento editorial foi denominado VINHA DE LUZ.

Na atualidade

O serviço editorial Vinha de Luz funcionou vinculado à Fraternidade Espírita Cristã Francisco de Assis de Belo Horizonte até fins do ano de 2009, passando já no início de 2010 a pertencer à Casa de Chico Xavier de Pedro Leopoldo e ao Grupo Espírita Scheilla, este último fundado há 62 anos por Zeca Machado, a pedido de Chico Xavier. A partir do mês de agosto de 2010, passou a ser divulgado e conhecido como VINHA DE LUZ EDITORA.